O título é um tanto quanto irónico ou, bem, talvez não. Decidam vocês mesmos.
Wednesday, July 14, 2010
Israel, Palestina & Direito Internacional
O título é um tanto quanto irónico ou, bem, talvez não. Decidam vocês mesmos.
Friday, July 9, 2010
actualidades mundiais (nada) aleatórias
Na Grécia, uma nova greve geral:
Grécia em nova Greve Geral
Greve Geral e Protestos na Grécia
Depois das greves na China, também na Índia as coisas parecem estar a começar a rebentar:
Greve Geral paralisa Índia
E celebridades americanas começam a boicotar Israel:
Dustin Hoffman boicota festival de Jerusalém
Por outro lado, Cuba parece dar passos numa boa direcção:
Cuba vai libertar 52 presos políticos
Something big is coming, I would say.
Sunday, June 13, 2010
Crise não é uma palavra conjugável para todos
É o que encontramos na política portuguesa quando se acentuam e se cultivam novos estereótipos e preconceitos, e quando o PSD, com Passos Coelho, aparece como alternativa ao Partido Socialista de José Sócrates, como se ambos os partidos não tivessem hegemonicamente avassalado o poder político português desde do 25 de Abril.
Foi explicitado e comprovado académica e politicamente que o estalar da crise teve as suas raízes e causas, essencialmente, na especulação financeira, na falta de controlo e regulação na economia e na constante diminuição do papel interventivo do Estado. Todavia, quando observamos o discurso e as reformas defendidas pelo Bloco Central, percebemos claramente que não existe a mínima intenção de contrariar esta lógica.
Quem hoje paga a crise são aqueles e aquelas que, em tempos anteriores, contribuíram para que a elite económica portuguesa - a mesma que nos arrastou para a crise - tivesse processos de acumulação de capital colossais. Por um lado, são quem mais sofre com as medidas de austeridade, por outro são violentamente atacados com novas etiquetas: “os desempregados não querem trabalhar”, “os detentores do rendimento mínimo atraiçoam a Segurança Social e encostam-se na preguiça”, “os trabalhadores da função pública têm direitos a mais”, “o salário mínimo é demasiado elevado”, “o código laboral é demasiado inflexível”…
E é assim que se arranjam novos culpados para a crise, que se fomentam preconceitos, para que nada se transforme e que tudo se mantenha. A tão lucrativa banca portuguesa, que sempre gozou do encosto do Estado, quando esbanjou todo o seu dinheiro no casino financeiro, e a elite do empresariado português, para quem este país sempre governou, não verão a palavra crise para além dos meios de comunicação social.
Quem contribuiu para que a este estado chegássemos quer passar incólume, e os que não traçaram a rota para este porto de desastre são os que mais estão a sofrer com ela, os que a estão a pagar.
Crise não é, de todo, uma palavra conjugável para todos.
Por Fabian Figueiredo, publicado aqui e aqui.
Saturday, June 12, 2010
Padres Retrógrados, vocês são a crise de valores!
Até aqui, nada de realmente surpreendente. Mas à medida que se continua a ler o artigo do DN, o queixo vai descaindo cada vez mais. Cavaco Silva promulgou o diploma para dar espaço à discussão, na Assembleia da República, de assuntos com repercussões relevantes na vida dos portugueses, deixando a vida privada de cada um na suas mãos, e de mais ninguém.
Mais, é mais que evidente que, se Cavaco Silva tivesse vetado o diploma, este voltaria à Assembleia da República e seria aprovado de qualquer forma. Mas não, eles rejeitam esta ideia - não percebi o raciocínio, mas tudo bem. Ainda vem aí o pior.
Eles sugerem mesmo o poder de Cavaco Silva dissolver a Assembleia da República, afirmando que a crise que vivemos não é económica nem social, "é de valores". É caso para reflectir bem sobre de onde vem a crise de valores - daqueles que não gostam de interferir na vida privada dos outros ou destes padres católicos retrógrados e fascistas.
Amigos, não estamos na Idade Média. Ponham juízo nessas cabeças.
Wednesday, June 2, 2010
stop israeli terrorism
É urgente relembrar que esta região do território palestiniano, completamente independente do Estado de Israel, vive sob um severo bloqueio imposto por este último, em clara violação da lei internacional. E mais: de acordo com a mesma, Israel tem o dever de garantir os direitos dos habitantes de Gaza, incluindo os seus direitos à saúde, educação, alimentação e alojamento condigno.
Já vários governos repreenderam as acções Israelitas, mas isso não basta! É imperioso que os governos da UE, e também esta mesma, tomem uma posição e pressionem para que Israel mude as suas políticas, de modo a evitar futuros episódios semelhantes.
Já foram organizadas acções de rua em Lisboa e no Porto e, agora, Coimbra junta-se à luta. Às 17h50 da próxima sexta-feira, dia 4 de Junho, concentrar-nos-emos na Praça da República. Vamos juntar as nossas vozes às de todos aqueles que, por todo o mundo, se insurgiram e se continuam a insurgir contra estas acções reprováveis (e em nada inéditas) levadas a cabo pelo Estado de Israel!

Hasta La Victoria, Siempre!
Aproveito ainda para apelar à assinatura da seguinte petição:
http://www.avaaz.org/en/gaza_flotilla_3/
Monday, May 17, 2010
Thursday, May 13, 2010
ci-gît la france merde!
(pré-/proto-/whatever-)heterónimo de Fernando Pessoa
in Aqui Jaz a França Merda / Ci-Gît La France Merde
edição bilingue da La Ligne d'ombre
Friday, May 7, 2010
Legalización!
A proibição da marijuana não é do interesse público, pois fomenta o mercado negro (que, por sua vez, gera violência e criminalidade) e possibilita a adulteração dos produtos (o que põe em causa a saúde pública). Impede a investigação das propriedades benéficas a nível medicinal, por exemplo, e das suas possíveis utilizações a nível de culinária, dos têxteis e da produção de pasta de papel, entre outros.
Na minha opinião, a legalização não é algo que respeita somente a quem consome - acho, pelo contrário, que é algo por que toda a gente devia lutar, pois é um assunto de saúde pública, de segurança e da liberdade de cada um.

Marcha Global da Marijuana, dia 8 de Maio, 15h no Largo da Portagem, em Coimbra.
[Estarão a decorrer, pela mesma altura, iniciativas semelhantes em Lisboa e em Braga.]
Wednesday, May 5, 2010
Pela Laicidade
Eu sei que é muito bonito ter um feriado inesperado, mas porra, é uma questão de princípios!
Saturday, May 1, 2010
projecto ox
Esta é a primeira curta-metragem do meu amigo & poeta Márcio André.
A narração é provisória (foi feita pelo Márcio, mas vai ser substituída) mas, na minha opinião, está muito boa! O texto lido está muito interessante e cativante, e deixou-me compenetrado no filme.
E a curta, mesmo antes de começar a narração do Autor, parece contar ela própria uma história, com as suas imagens e os seus sons. Mesmo sem palavras, ela parece transmitir uma história. Adorei.
Parabéns, Márcio ;)
Friday, April 30, 2010
two weeks.
not even rock & roll.
just a little bit of blues. a very tiny bit.
(and 2 cigarettes.)
Sinais de que vale a pena lutar
Em vésperas da resolução do Conselho de Segurança sobre a questão do Sahara Ocidental, e quando o tema da violação dos Direitos Humanos nos territórios saharauis ocupados por Marrocos se torna totalmente "incómodo" para o regime de Mohamed VI, era previsível que as autoridades marroquinas dessem "o braço a torcer", refere o artigo do El Mundo (...)é-nos dito no esquerda.Net.
São coisas destas que nos dizem que vale a pena continuar a lutar, seja da forma como estes activistas lutam, seja gritando contra os atentados feitos aos direitos das pessoas que lutam lá fora. Afinal, os nossos gritos podem parecer insignificantes, mas muitos gritos insignificantes juntos são mais fortes do que podemos imaginar.
Peace!
One Kind Favor
De qualquer forma, mas sendo menos directo, fiquem sabendo que vem a Portugal um dos grandes nomes da história dos blues e da música em geral. Quem quiser mesmo saber mais, que pesquise ;)
Thursday, April 29, 2010
Por um ensino de qualidade no nosso país
Caso esta petição ganhe proporções suficientemente grandes e surta algum efeito nos órgãos que têm poder para alterar as leis que fazem o ensino em Portugal, teremos conseguido dar um passo no sentido de o tornar um pouco menos selectivo e em que vigore uma verdadeira igualdade. Por isso, peço-vos que leiam e, caso concordem, assinem.



