Saturday, July 4, 2009

Sobre Poesias e Outros Rudes Golpes

A nossa máxima Pátria, a Terra, sofre rudes golpes, dia após dia. E somos Nós que damos esses golpes, que deixam na superfície do nosso planeta feridas difíceis de sarar.

É sobre um desses rudes golpes que, numa aula de Português, escrevi um (péssimo) poema. Veio no seguimento de um artigo que saiu na National Geographic de Novembro de 2008 - A Erosão do Solo -, e de uma imagem que lá vinha que me impressionou especialmente.

Aqui está ele:

Dead Cities Of Syria

Cities of Syria
Dead cities of Syria
Deserted
Taken by the sand
Sand, deadly sand.

Cities of Syria
Abandoned by men
Men, running from the sand
The Sand they evoked
planting olive-trees.

Sand
brought by men.

Cities, Dead cities of Syria
Killed by man.



Espero que tenham sobrevivido a esta provação xD

10 comments:

anita said...

Gosto** =)

Francisco Norega said...

:) Thanks ^^ Algum erro no poema? xD

Leto of the Crows said...

Parece-me familiar... hummm

Francisco Norega said...

Escrevi um dentro da mesma temático há uns largos meses, sim, mas se este está mau, esse estava péssimo xD

Leto of the Crows said...

Não está nada mau... imagino o que pensarás das coisas que eu escrevo... umas aberrações... --'

Francisco Norega said...

Leto, mete juízo na cabeça. Escreves tão bem *.*

t i a g o said...

Não só sobrevivi como gostei, portanto xD

Acho que já o tinha lido no Colinas, em português, se não me engano... :)

Francisco Norega said...

Era sobre o mesmo assunto, mas não era o mesmo xP

Obrigado :)

Beggars: said...

O poema é bom. Apenas o final, que ficou muito digamos tendencioso, não ficou bom. Mas a parte das oliveiras "Men, running from the sand / The Sand they evoked /
planting olive-trees" é foda. Se vc não caísse numa linearidade ideológica e não tivese uma intenção abertamente política na escrita do poema e seguisse apenas a narrativa lúdica das imagens evocadas, seria o poema todo foda.
Continua assim que vc vai ser bom. Bj e saudades, Karinna.

Francisco Norega said...

Muito obrigado :)

Mas, lá está, eu acabo sempre por ser "tendencioso", até porque foi com esse intuito que escrevi o poema :P

Beijinhos e saudades,
Francisco